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uma vezuma vezuma vez







uma vez fui imortal mas morri dum tiro exacto
disparado ao acaso

( ao acaso )

nu elíptico

casual a dor mecimento : chocolate, princesa

( de olhos de aço )


duros sapatos de ferro

(
e outra vez )

choco late



15 comentários:

Dalaila disse...

e nessa morte, cedi ao derreter-me no ferro que me fundiu

Stella Nijinsky disse...

Olá R&V

Adoro a tua cadência
a dor mecimento
a tua exuberância
o teu lilás
os teus contrasensos, que pretendem a abarcar a complexidade
o reconhecimento da vulnerabilidade
aleatória de quem está na vida
e fora dela.

Um beijo, Stella

ana disse...

esta é a musica perfeita, a da solidão desnecessária
das palavras

(a que quer esconder o medo?)

clotilde disse...

e os tiros exactos são os melhores.

Levaste o tiro e imortalizaste-te, chocolate.

Ad astra disse...

uma vez disparado...ao acaso...

Anónimo disse...

saio inquieto, por puro acaso...

elena disse...

não dormir a luz da manhã...dormir o sol ser normal morrer a virgem de cobalto k sou,,,

maria disse...

encontrei um lugar tao ameno. obrigada pela visita.
:)

ana disse...

uma vez fui imortal

e não voltei

~pi disse...

erguem-se à minha volta altos muros de chocolate.

sob todas as formas o bebo:

circular quadrado

pó líquido

quente

frio

activo

pa ra do


.

Anónimo disse...

um poema é um acto tão isolado!

Maria Laura disse...

São esses tiros exactos disparados ao acaso que nos matam, vez apóa vez. Teimamos em regressar.

L.Reis disse...

...paalvras em contradança...

un dress disse...

luto

que

me

lutas

tolilo disse...

lindos, muito belos e
certeiros os teus poemas.
gosto muito.

bjn
do
tolilo

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