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que corpo queres
que palavra me pedes neste destino estranho
que sonho me arranhas na pele emprestada
que chão queres
pouco sei da minha vida
nem sequer se sou aqui
se cheguei com a melodia que ainda escuto
não devo ser mais do que um sopro deseperado directo à tua boca
duvido que sobre mais de mim do que um eco esquecido terminando o concerto
todas as noites toco para os meus assassinos o sopro que improviso ao saxofone
ou o erro
mudasse o destino para a oração onde me visitasses
parado
quieto
em paz

9 comentários:

BANDEIRAS disse...

Boa noite.

Estou perdida, em divagações, amo e não sei se sou amada.
Isto me doi o coração.
bjs.

Ad astra disse...

sim, gostei mesmo

e

de saxofones também

ana disse...

falas de escolhas, falas de quê?
quieto em paz é uma escolha simples.
Simples que não é o mesmo que fácil.
Mas o que é fácil?

~pi disse...

time heartbeat




tic tac pum pum

mup mup cat cit


cit cat mup mup

pumpum


tac tic

pum.

.pum

Anónimo disse...

a meta agora é o acento circunflexo do medo, ao menos que nem as palavras aconteçam a substityuir a vida!

jrl disse...

gosto muito deste. um beijo.

elena disse...

Porque não visitamos em vez de esperar que nos visitem?...

Stella Nijinsky disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Stella Nijinsky disse...

(desculpa, apaguei o de cima tinha um erro)

por mais que pouco saibas da tua
vida
ou sequer se és aqui
de que pele se veste esse corpo transitório

duvido que sobre de ti apenas um eco ou um sopro desesperado.

quer sejas o erro sempre
ou mudes o destino para a oração.

Beijo,

Stella

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